Libido de muitos, chegar na lista da Forbes nem sempre significa estar em boa companhia. Um dos nomes mais controversos na história do famoso ranking é Pablo Escobar — e o traficante permaneceu anos com o nome no seleto grupo.
A primeira aparição de Pablo Escobar na lista de bilionários da Forbes aconteceu logo na estreia do ranking de super-ricos, em 1987. Por ser líder do infame Monopólio de Medellín, o grande fornecedor de cocaína da estação, a publicação calculou o patrimônio do traficante em US$ 2 bilhões.
Pela estimativa da revista, ele ficava com quase 40% de todo o faturamento do Monopólio de Medellín. Uma bolada que vinha do tráfico de drogas, “livre de impostos”.
O criminoso seguiu nas edições da listagem até 1993. Ele se manteve cada vez mais rico, graças a um predomínio do delito.
A saída de Pablo Escobar da lista da Forbes
Pablo Escobar continuou na lista depois de ser recluso em 1991. Mesmo detrás das grades, ele continuava sendo um dos mais ricos — e poderosos — do planeta. Até porquê homiziado, ele seguiu na publicação.
Não foi a falta de numerário que tirou o traficante. Somente a morte o fez transpor do seleto grupo, e a queda veio na sequência de uma premonição macabra na última aparição dele no ranking.
O ano era 1993, o traficante estava em fuga, com a cabeça a prêmio por zero menos que US$ 11 milhões. Na lista, ele figurava com um patrimônio quase centena vezes maior: US$ 1 bilhão.
“Suspeitamos que, porquê seus colegas de tráfico, os irmãos Ochoa (que agora estão na masmorra), Escobar irá deixar a lista em breve; talvez, a Terreno”, escreveram os responsáveis pelo ranking da Forbes. Cinco meses depois, ele morreu.